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quinta-feira, 11 de março de 2010

O Futuro está na moda, e vice-verso!


Sem dúvidas “olhar” para o passado é o único modo de notar as mudanças que estão acontecendo no presente e que, além disso, vão acontecer no futuro. Nesses meus 21 anos de experiências vividas (vocês vão dizer “oh, quanta experiência”, mas vamos relevar) presenciei tantas mudanças e quebras de paradigmas que nunca imaginaríamos 20 anos atrás. Essas mudanças são mais evidentes principalmente nos campos da tecnologia e comunicação, mas atingiram outras áreas como moda, psicologia e antropologia, por exemplo.

A comunicação e a tecnologia se diferem das demais áreas, em sua evolução, por sempre estarem evoluindo, sem voltar ao momento em que pode se repetir. Ou seja, sem ser cíclico. Como assim? A moda, por exemplo. Por acaso vocês acham que essa febre da “saia alta” é apenas um frenesi criativo dos estilistas do séc. XXI? Óbvio que não. Em algum momento do passado as mulheres utilizavam as saias acima do umbigo. Na verdade, elas utilizavam tudo acima do umbigo: saia, calça e calcinha (que maldade!). Mas é verdade.

Outro exemplo a citar é o do cabelo. Hoje em dia o “padrão de beleza” que a mídia impõe, e que nós meio que adotamos, é o da mulher com cabelo liso. E a gente se pergunta: antigamente não se utilizava cabelo liso? Claro que sim, mas a freqüência era menor. Na época das “calçolas” – há uns 20, 30 anos -, quem ditava a beleza feminina eram as “permanentes” (processo que as mulheres cacheavam as suas “madeixas”). E, sem dúvidas, atendia o universo masculino tranqüilamente. Se bem que homem não é muita referência quando o assunto é mulher. Sendo mulher e bonita, tá valendo para eles. Não estou generalizando, ladies, ok?

O que eu quero dizer com tudo isso é que, exceto na tecnologia e na comunicação, tudo é cíclico. Vai ter o momento em que os tão temidos cachinhos vão voltar à moda, assim como a saia alta. Quem vai ditar isso é o tempo junto à sensibilidade da comunicação e da tecnologia, além das tendências de mídia e mercado. Obviamente que tudo o que acontece nesse nicho evolutivo é justificado pela fome capitalista. Eu também sou capitalista, mas não tenho dinheiro, e é ai que se encontra a minha indignação.

A comunicação tem se desenvolvido bastante e, claro, nunca largando mão de ter a tecnologia como “sombra” (sem utilizar o sentido pejorativo da palavra, mas no sentido “acompanhar”). Por exemplo, o uso da carta. Cada vez mais deixada de lado para o uso do e-mail que, também, está seguindo o mesmo caminho ao estar sendo trocado pela comunicação prática oferecida pelas redes sociais (Orkut, twitter, facebook, etc.).

Já o desenvolvimento da tecnologia é responsável, fundamentalmente, para atender todas as demandas exigidas nesse universo de mudanças, não só na área da comunicação (através de construção de plataformas multimídias, fornecimento de cabeamento, entre outras), como também nas demais. Ou vai me dizer que o Twitter não é o maior invento da atualidade? Droga, realmente, precipitei-me. Sem dúvidas a maior invenção de todos os tempos é a tão querida “chapinha”. Foi mal, mulherada.


André N. Bueno

segunda-feira, 1 de março de 2010

Realidade aumentada: Inovar para surpreender


Com a padronização e generalização dos modos de fazer propaganda, cabe a tecnologia e os seus avanços ficarem com o trabalho de "quebrar o molde" e, para isso, as marcas devem querer investir também. Foi com essa ousadia que a marca Doritos, utilizando a vertente Sweet Chilli, causou bastante ao realizar a "maior realidade aumentada do mundo". Foi colocado o maior código de RA do mundo em cima de um prédio onde, nele, surge um personagem gigante de um mostro em 3D de similar tamanho.


Mas não foi apenas o Doritos que utilizou desse recurso para divulgar a sua marca. Nessa semana a Fiat utilizou a realidade aumentada para divulgar o seu produto, os carros Fiat, para o Brasil inteiro, através da décima edição do programa Big Brother Brasil. Os confinados ficaram super empolgados com a técnica, onde eles podiam dirigir grande parte dos modelos Fiat utilizando a realidade aumentada.


Sem dúvidas estamos vivendo em um momento da propaganda em que as marcas não devem apenas ficar limitadas aos "espasmos" criativos das agências tradicionais, mas sim buscar unir tecnologia, criatividade e ousadia para, então, aumentar cada vez mais a sua visibilidade.


André N. Bueno
@dedenb