Da mesma maneira que eu pensaria, tenho certeza absoluta que a primeira impressão que tiveram quando bateram o olho no título não foi das mais angelicais, estou errado? Normal. O assunto “sexo”, em todos os contextos que se insere, sempre será interessante de se falar, de se ouvir ou, pelo menos, adicionará um traço polêmico na discussão. E é isso que o torna sempre propício a entrar nos “Trending Tópics” de nossa mente poluída.
Mas aqui iremos abordar esse assunto de outra maneira, e não do jeito que vocês estão pensando, queridos amigos desvirtuados. Embora a vontade de transformar esse blog no mais novo sucesso literário da Bruna Surfistinha, o amor à comunicação não me deixa. E vamos consentir: “Sexo” tem tanto a ver com “Comunicação”, mas tanto, que eu deveria separar esse assunto em parcelas de importância e ir postando esporadicamente.
Com toda essa banalização de informação, fez-se possível obter conhecimento de praticamente todo conteúdo existente no mundo, incluindo, claro, o desse texto. É internet, televisão, jornal e as mais variadas mídias exibindo um “teor” sexual acima do que costumávamos ver. O engraçado é que as mesmas mídias que, anteriormente, proibiam a veiculação em alguns horários, são as mesmas que vem colocando cada vez mais freqüentemente esse tipo de conteúdo em sua grade.
Deixemos as caretices de lado e falemos de algo realmente importante. Como esconder das nossas crianças não é possível (a menos que os prenda em um quarto branco sem televisão, internet ou pessoas para conversar – estilo BBB), a solução é conscientizar. Com isso, novamente um papel importante vai parar nas mãos da comunicação, que deve propor saídas criativas para, pelo menos, fazer isso da maneira correta.
E foi ai que vi no blog pessoal da Sheila Almendros, chamado “Jornalismo Underground”, um vídeo que explora esse lado da conscientização de uma forma bem criativa e quis escrever um pouco sobre esse assunto que sempre é pauta das mídias. O lado da conscientização sempre é bastante trabalhado na Publicidade e temos como exemplo o uso de camisinha. A maioria, inclusive, tem o seu foco na época do carnaval, período onde, basicamente, as campanhas são veiculadas.
Apenas para deixar a minha opinião acerca desse assunto. Sei que é no carnaval que se tem os maiores índices de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, mas, por acaso, ninguém faz sexo no resto do ano? A população entra em uma quaresma (fazendo apologia ao meu amigo dono do “40 dias sem cerveja”)? É óbvio que não. Então, aonde se enfiaram aquele monte de comunicação feita pelo Governo Federal e pelas propagandas de cerveja? Só uma dica para vocês, meus amigos comunicólogos: a memória do brasileiro é fraca.
E é assim que a gente se Fo**. Ops, desculpa! Me deixei levar pelo tema.
André N. Bueno
