Falar de tempo, presente, passado e futuro sempre vai ser uma coisa que intriga muito as pessoas, pois é um fator que não podemos controlar, mas temos que aceitar. E é válido a discussão desse tema, quando o resultado tende a ser proveitoso de alguma forma, seja comunicacional, mercadológica, ética ou, então, filosófica. Claro que aqui no "Mostre sua idéia" priorizaremos o lado da comunicação.
Toda idéia tem que ser simples e satisfatória, não acha? Conseguir adaptar uma boa redação com uma edição de vídeo/áudio interessante é fundamental para que consigamos captar a atenção do público até o seu fim. Embora não estejamos vendendo um produto em si, vendemos uma idéia. E, para nós comunicólogos, a venda de uma idéia é tão interessante e válida quanto a de um produto.
Simples e bastante eficiente, não acha? Essa idéia de interagir passado/presente/futuro sempre será boa quando a intenção for atrair atenções e demonstrar a grande importância em saber aproveitar o tempo com o bom uso dele.
Infelizmente não deu pra retirar o site que aparece no vídeo. Embora eu tenha notado a evolução de todas essas ferramentas de edição e tal, eu não entendo nada de edição de vídeo ainda. Mas o que importa é passar a idéia. Não podia deixar de compartilhar com vocês essa mensagem. =)
Vídeo retirado do Blog do Celso Hora, que retirou do Urban Influence sobre o que é branding. É um vídeo bem simples e fácil de se entender. E convenhamos: Complicar as coisas nunca foi a solução para nenhum problema que envolve a Comunicação Social.
O Julian Cole, Digital Strategist da agência (coletiva) australiana The Conscience Organisation postou no seu blog, o Adspace Pioneers, uma lista com os 5 melhores flashmobs de todos os tempos, na sua opinião. Ele conta que, mesmo se tratando de uma prática que apareceu há menos de 10 anos, muita gente dizia que ela estava morrendo. No entanto, depois do último final de semana, conta, ficou evidente que ainda há chances de que ela se torne maior e melhor. Sabe por que? Vale uma olhada no flash mob eleito por ele como o número 1.
Vamos lá...
5. Valentines Day Pillow fight (guerra de travesseiros no ‘dia dos namorados’) Um dos primeiros registrados no youtube, de 2006.
4. The T-Mobile Dance A T-Mobile foi a primeira marca a se apropriar da prática. A ação abaixo levou Leão de Bronze de Titanium & Integrated no Cannes Lions 2009 e seus registros em vídeo o tornaram um dos principais virais de todos os tempos.
3. Frozen Grand Central Foi um dos primeiros flashmobs a conquistar sucesso de massa, no início de 2008. E responsável por tornar famoso o grupo Improv Everywhere.
2. Black Eyed Peas no programa da Oprah O maior flash mob de 2010. Dispensa comentários.
Eu estava sumido daqui, mas o vício e a tristeza de vê-lo sem postagens me fez escrever outra vez. Tendo a comunicação como âncora no meu "frenesi criativo", notei que tenho visto pouquíssimas propagandas. O que é um pecado, pois, querendo ou não, são referências para alcançar aquele "insight" que nosso cliente - e nosso Ego - tanto necessita.
Uma coisa que eu aprendi na vida é: nunca se compare a ninguém. Pois é, meus queridos, eu notei que isso é a pior coisa a fazer. Sem falar, claro, que as consequências podem ser desastrosas. É verdade. Imagina se você começasse a comparar a sua profissão de publicitário com a dos outros profissionais de outras áreas. Um médico, por exemplo. Médicos são profissionais que têm, por si só, aquela "Aura divida". São bem remunerados, reconhecidos e fazem sucesso nas novelas de Manoel Carlos. Entendeu o porquê de não comparar?
Assim como as pessoas, a comparação também é muito mal vista no mundo da publicidade. Seja propagandas parecidas ou uso de relações dentro delas. Um exemplo é o novo comercial da Cielo (novo Visanet) que está rolando na mídia. A comparação, desta vez, é feita entre a máquina e a "máquina" - o nadador Cielo. Além do uso de pessoas famosas, o comercial tem um roteiro baseado totalmente entre os atributos dos dois comparados.
Claro que eu exagerei um pouco no mau trato ao comercial, mas é apenas pra abrir os olhos para esse tipo de vertente da roteirização. Nós, publicitários, temos que tentar sempre "pensar fora do quadrado". Tá, isso é difícil em algumas peças, mas temos que fazê-lo sempre. Agora, como essa "prostituição" das novas mídias, será bem mais fácil de termos contato com algum comentário, texto, notícia ou piadinha que possa nos fazer refletir a ponto de termos uma sacada legal e, então, podermos fazer um texto "sem comparação". Entendeu o lance?
Uma vez me perguntei qual é o poder que as palavras têm. Sério, é uma questão muito importante para se discutir por nós publicitários, uma vez que é o nosso principal objeto de trabalho e, por isso, devemos ter total compreensão de todo o potencial oculto que está em nossas mãos. É ao fazer um título ou um corpo de texto que o criativo tende a "EGOecer" (EGO + verbo "crescer") e, para muito profissional de atendimento nas agências do mundo todo, se tornar insuportável.
Brincadeiras a parte, mas um bom redator, se quiser, vai do céu ao inferno em apenas duas linhas, levanta a moral de uma marca com uma boa "sacada" e cria mulheres com muito mais funções nas propagandas de cerveja. E olha que não estou brincando. Embora estejamos vivendo em um mundo no qual " uma imagem vale mais que mil palavras", noto que é a vontade de dispensar as palavras que faz o bom uso delas ser mais necessário ainda nas nossas criações.
Além disso, estamos inseridos em um contexto de engajamento e manifestações (isto, desde quando a escrita foi inventada) em que o bom uso da palavra pode mudar o rumo dos acontecimentos. Foram os poemas e as letras das músicas dos artistas que "batiam de frente" com a ditadura militar e, consequentemente, resultou no exílio de muitos. Foi a escrita de Abraham Lincoln que proporcionou a sua ascensão à presidência Norte-americana. Sem citar o caso de Hitler, também. E os exemplos são inacabáveis e, por incrível que pareça, cada um mais surpreendente do que o outro.
Muito bem bolado, não? Comunicação inteligente sempre vai ser diferente do "clichê" observado no cotidiano. Simplesmente é genial e óbvio. A ação mais fácil e, ao mesmo tempo, a mais complicada. O pensamento mais planejado e, também, o mais espontâneo. O ato mais prazeroso e mais desgastante. Escrever é isso, o único problema pode estar na escolha do conteúdo e das palavras, mas você "tira de letra". Vamo escrever? Fica a dica.